Capítulo 51

Essa era a sua única fraqueza…

Inès fixou o olhar em Deolinda e, ao ver o sorriso presunçoso no rosto da mulher, sentiu uma imitação aguda nos olhos.

E o seu filho, como será que estava se saindo na familia Serpa?

Com a voz trémula. Inës se esforçava para parecer decidida: “Já terminou? Se acabou, pode i embora. O estudio não tem tempo a perder com pessoas que não fazem nada como você.”

Ela a chamou de preguiçosa?

Ao ouvir isso, Deolinda estava a ponto de estourar novamente, mas ao ver a expressão de

Inès, sentiu–se realizada. Eta sorriu com desprezo, como quem venceu, e saiu do estúdio,

para tras o olhar frio e determinado de Ines- naquele momento, o odio em

tão intenso quanto a crueldade de

sem deixar vestigios e nenhum dos convites enviados foi respondido. Inés se recostou na cadeira, encolhendo–se em sència, enquanto Santiago viajava a trabalho, provavelmente

projeto que discutia

era

Não….

observando as cicatrizes que se entrelaçavam e o polegar parcialmente cortado. Aquelas lesões a dolam constantemente. Mesmo cicatrizadas e sem sangrar, as dores antigas sempre estavam

todo instante de quão desvarada

outrora era tão vivo quanto o odio atual. A mão direita de ines já não conseguia levantar pesos, ate fechar o punho era um desafio. Mesmo assim, ela o apertava com toda força que possuia.

com agua. Sentada em frente ao

em

tão pesado, tão sufocante, que mal

jorravam de seu ser, e

fazer, como posso

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