Capítulo 53

Inés mal tinha percebido que havia sido o foco das atenções. Assim que retornou ao camarote de Bruna Galvão, no momento em que tomou assento, um garçom se aproximou com respeito. “Senhorita, o nosso chefe gostaria de convidá–la para um drinque na mesa dele, aceita?”

De onde saiu esse playboy?

Bruna sussurrou, curiosa: “Você… se envolveu com alguém?”

Inês negou com a cabeça: “Você já viu alguma mulher que acabou de sair da cadeia ter sorte no amor?”

Bruna sorriu com um charme único: “Bem, o Noe Serpa não conta?

Inês respondeu, entre risadas e irritação: “Se falar dele de novo, vou te sufocar!”

“Ai, credo! Nem brincando!” – Bruna ergueu as mãos em sinal de rendição: “Está bem, está bem. Vai lá e me avisa se precisar de ajuda. Quem sabe o herdeiro não é uma boa escolha, você poderia conquistá–lo.”

Inês contemplou o rosto formoso de Bruna e balançou a cabeça, desaprovando: “A especialista em jogos aqui é você.”

“Sem dúvida.” – Bruna deu–lhe um empurrãozinho: “Anda, não o deixe esperando. Estou na torcida por você!”

a expressão de Inês endureceu e ela quase voltou atrás, mas Elói

gentileza… Esse foi o

alguns dias sem vê–la, parecia

ao erguer os olhos, viu o mesmo sorriso no rosto de Noe. Ela o cumprimentou de forma gelada: “Boa noite,

“Boa noite.

pegou um copo de bebida, brindou com Elói

de um gole só, sorrindo para eles com os lábios reluzentes

convencê–la a permanecer: “Não

ele, com seus

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divorciados.

Eta falou

risada sarcastica: “Inês, desde quando você se preocupa tanto

estava insinuando que antes ela não

que fui imprudente o suficiente para me envolver com você. Agora que reconheci meu erro e parei antes de me afundar ainda mais. Não é melhor assim?”

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