Capítulo 57

“Você… realmente tem um apetite considerável, hein?”

Inês mencionou de leve.

Bruna rolou os olhos: “Aff, essa é por minha conta. Bonitão, vai lá, senta perto daquela moça!”

O rapaz esboçou um sorriso acolhedor e se acomodou ao lado dela com um leve tombo, surpreendendo Inês que, sem pensar, exclamou: “El, devagar al, rapaz!”

Do outro lado, Eloi alongou o pescoço, percebendo dois homens que surgiram como se fossem mágicas no lugar de Inês e suas amigas, e não conseguiu segurar a risada, falando para Noe Serpa: “Noe, sua ex está demais, chamou até acompanhantes.”

Noe Serpa empalideceu, mas para manter a postura não se ergueu como Elói. Ficou

observando de longe, cerrando os dentes: “Quem são? Como eles são?”

Elól gargalhava ainda mais: “São uns gatos, mas nem chegam aos meus pés…”

isso, Inês se via encurralada pelo jovem animado, refletindo sobre como as pessoas de relações públicas estão empenhadas hoje em

“Você é muito bonita. Por um acaso é de alguma familia

sensível de Inês. Família renomada?

normal.

é bacana.

outro acompanhante entrou na conversa com charme: “Você é um espetáculo,

tom de quem estava flertando abertamente, enquanto Inês cobriu

os olhos brilhando pelo efeito do álcool, olhou para Celso, com um rosto encantador: “Gerente Freitas, o senhor também está a fim de que eu chame um acompanhante

bela expressão de Celso

Inês: “Inês, é melhor você ir. Eu e

Bruna e preferiu sair logo. Então, se levantou rapidamente, despediu–se

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Capitulo 57

do bar, trombou

cabelos loiros claros e pele branca, com olhos azul–esverdeados.

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