Capítulo 100

Depois que Inês fechou a porta, ela só respirou aliviada ao ver Amado devorar os ovos fritos com bacon. Depois de arrumar a louça, ela disse a ele: “Da próxima vez, você não pode mais fingir estar doente, está entendendo? Se estiver com saudade, é só pedir para o Noe Serpa me dar um toque que eu venho te ver.”

“Mãe, é só o seu ovo frito que está muito gostoso.” – Amado lambeu os lábios: “Você praticou essa receita várias vezes, não foi?”

Inés ficou tensa. Como ela poderia admitir que, por causa do estranho pedido de Noe Serpa por ovos fritos meio cozidos, ela havia praticado inúmeras vezes na cozinha até acertar?

Ela rapidamente inventou uma desculpa: “Seu tio me ensinou“.

“Então, o tio é que é o esperto mesmo.” – Amado balançou a cabeça: “Mamãe, sua comida só chega a ser comível, o resto, bem… não vou criar muita expectativa.”

“Seu moleque!” – Inês foi até ele e apertou sua bochecha: “Depois de comer, começa a bagunça, né?”

Embora ela falasse assim, de repente se lembrou de algo.

um ovo a mais por

foi bom!

cenas familiares a fizeram lembrar de muitos detalhes, e ela acabou fazendo um ovo frito extra para o café

enterrou o rosto nas mãos, pensando que tinha que

as escadas em direção à cozinha. Mas quando chegou lá, viu Noe Serpa em pé em frente à mesa, limpando elegantemente a boca o ovo já

“Noe Serpa, você…

disse nada, apenas olhou para o rosto pálido de Inês, pegou seu blazer e se preparou para sair para o

o observou sair, sem conseguir dizer uma palavra para explicar que não. tinha

a silhueta de Noe Serpa desaparecer, Inês riu absurdamente por um

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lágrimas escorreram pelo seu rosto enquanto ela deslizava lentamente para of chão ao lado da escada, enterrando o rosto nas mãos novamente.

só, que palavra horrível e risível…

agradá–lo, e tudo se desfez em um instante, como um sonho que se desfaz

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