Capítulo 239

Inês abriu a porta e deu de cara com Noe Serpa, sem pensar, tentou fechá–la imediatamente.

Mas Noe Serpa rapidamente impediu o movimento dela, com uma voz gélida: “Vamos conversar.”

“Conversar?”

Inês riu como se estivesse realmente ouvindo uma piada: “Sobre o que temos que falar? Sobre a morte do meu irmão ou sobre o sequestro de Amado?”

Sua resposta ácida tocou uma corda no coração de Noe Serpa.

Com um sorriso amargo, ele disse: “Inês, é assim que você me vê?”

Inês levantou o queixo desafiadoramente: “Não foi assim que você me julgou no passado?”

Sob o olhar dela, Noe Serpa sentiu um frio penetrante em seu coração.

“Eu realmente preciso falar com você.”

“Não queremos falar com você.” – Antes que Inês pudesse responder, Amado, que estava atrás dela, falou.

Serpa. Essa atitude perfurou o olhar do homem. Veja, seu próprio filho

uma verdadeira zombaria.

você não tem nada para

idêntico ao seu

seu sangue, nunca havia se aproximado dele, sempre havia lutado para vingar a dor que

que pai ele era, para chegar a

quebrou a janela do carro,

possível, mas mesmo essa cortesia fez Noe Serba sentir que a distâncial entre eles era ainda maior que a de estranhos.

saia, precisamos conversar sobre o que aconteceu há cinco

anos…”

“Cinco anos atrás?”

ironicamente: “O

Há cinco anos, Celia não se

explodiu: “Noe Serpa, você é a última pessoa que tem o direito de me explicar o que aconteceu há cinco anos!”

explosão de raiva assustou Noe Serpa, que recuou:

outra, e a Acelina? O que ela era, então?

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Capitulo 239

Inês, com os olhos vermelhos, o confrontou: “Eu fui a esposa que você trouxe para a familia Serpa em um casamento legitimo, e você passou todas as noites com a Acelina! Agora vem me dizer que não houve traição no nosso

mesmo Gabrielo, que estava

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