Capítulo 57

Despertei bruscamente, respirando com certa pressa.

O quarto já estava mergulhado em penumbra, assim como o céu lá fora.

Sem perceber, dormi a tarde inteira, e a noite logo cairia.

Robson estava sentado ao lado da cama, observando–me fixamente.

Levei um susto com seu olhar, senti uma pontada no peito…

Acordar de repente e encontrar um suspeito te encarando é de assustar qualquer um.

Segurei minha própria cabeça, tentando colocar os pensamentos em ordem: “Não fique me olhando assim… é assustador.”

Robson abaixou a cabeça, mas depois a levantou novamente, seus olhos brilhavam à luz da lâmpada, penetrantes como se quisessem me desvendar.

Senti uma culpa inexplicável e desviei o olhar, com medo de que Robson descobrisse algo, percebesse que eu não era a verdadeira Lana.

“O jantar está aqui.”Ele apontou para a comida na mesa, insistindo para que eu comesse.

se houvesse

com fome…”

você não comer, vai

se eu comer…“murmurei.

e falou novamente: “Somos marido

palavras, ele me

ter um filho para ajudar a Família Batista, eu também posso contribuir. Só não me engane, se você

que ele queria

Enganá–lo como…

que não era

quero filhos, quero

da filha deles: “Velei

consegui resistir, tive que

importa.”

há saída.” Ele tentou me convencer:

disse, desconfiada de Robson,

mulher com um criminoso não era algo que havia passado pela minha cabeça, muito menos ter

que eu teria

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