Capítulo Sessenta e Um

a testa franzida. “Se está em quarentena, por que não implementamos esse primeiro?” Mordi o lábio, sem saber se deveria contar a ele. Eu já sabia qual seria a reação dele. “Bem… porque…” eu comecei hesitante. Sua carranca se aprofundou por um segundo antes de finalmente entender o que eu quis dizer sem que eu precisasse terminar. Eu podia ver o reconhecimento em seu rosto quando ele percebeu o que eu estava planejando. “Não, de jeito nenhum”, disse ele, um tom de finalidade em suas palavras. “Você não está fazendo isso.” “Aleric, eu não tenho escolha.” “Você está jogando sua vida fora,” ele argumentou. “Tudo pelo que você trabalhou, tudo pelo que lutou. Você vai desistir por ele? “Não estou desistindo por ele… estou desistindo pelo bando. Ambos os pacotes. Estou desistindo para salvar pessoas inocentes.” Ele balançou sua cabeça. “Aria, pense bem nisso.” “Estou pensando claramente!” eu assobiei. “Não posso deixar milhares de pessoas morrerem pelo meu erro. Se o pior cenário realmente acontecer… vou confessar. Não há outro caminho. Os efeitos colaterais do meu castigo não anulam a vida de inocentes. Você é quem precisa pensar com clareza aqui.” Eu não deixaria isso acontecer. De novo não. Eu já havia participado de muitas guerras e conhecia muito bem a destruição que elas deixaram para trás. Desta vez a causa não era nem por poder ou território… era por libertar um homem inocente. Um homem acusado de meus próprios crimes. Eu respirei, acalmando minha voz de volta para ajudá-lo a ver a razão. “Aleric, se

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