Capítulo 40

“Você acha mesmo que tem posição para me chantagear?”

Noe Serpa, que estava no segundo andar, enfim começou a descer lentamente, com um sorriso sarcástico costumeiro no rosto, olhando para Inês e sorrindo de canto, como se não a considerasse uma ameaça, “Inês, você realmente se superestima demasiado.”

Os empregados se dispersaram, restando apenas Inês e Noe Serpa frente a frente na entrada da casa.

Dias antes, Noe Serpa havia invadido o lugar, dias depois, foi a vez de Inês fazer o mesmo.

Quando Zora a viu naquele momento, uma infinidade de emoções complexas e profundas apareceu em seu rosto: piedade, ódio e simpatia. Inês sentia que os cinco anos na prisão não tinham sido tão marcantes quanto o período após ser libertada e ter que enfrentar Noe Serpa

novamente.

“Você está mesmo decidida a lutar comigo pelo seu filho?”

Os olhos de Inês se encheram de lágrimas, e sua voz soou triste, “Vamos resolver isso no tribunal! Você não se importou de verdade com esse menino nos últimos cinco anos, não acredito que seu advogado possa fazer você vencer!”

“Resolver no tribunal?”

“Silvano é o advogado mais competente de toda Cidade Nova, você está sendo ingênua demais ao sugerir um julgamento,

de serem dolorosamente experimentados várias vezes – a frieza e a crueldade de Noe Serpa eram algo que ela já tinha sentido pessoalmente cinco

um sorriso forçado, segurando as lágrimas, “Noe Serpa, eu não vou

compostura e zombou de Inês, “Você

esse lixo aqui que

nos olhos, Inês chamou do alto da escada,

pulou nos braços de Inês, soluçando no abraço dela, “Mamãe…”

vai te levar para casa,

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doçura misturada com dor em seu

cena, o amor maternal

partiu e Zora, cautelosa, sugeriu que alguém a acompanhasse, mas ela recusou, partindo sozinha. Era como se ela estivesse deixando a familia Serpa novamente, cinco anos

afastando não era

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