Capítulo 48

Os dois estavam no carro, trocando palavras em voz alta. Mais à frente, Noe parou bem em frente à Mansão Serpa. Aquela mulher jamais tinha sido cortejada por um sujeito de seu porte. e estava tão emocionada que sua voz falhava ao dizer: “Sr. Serpa… o senhor… o senhor realmente…”

“Como se chama?” – Noe Serpa franziu a testa.

“Clara!”

Clara fez questão de se apresentar: “Jamais sonhei que um dia o Sr. Serpa fosse precisar de mim!”

“Clara, daqui para frente, fique quieta. O que você presenciar, não comente. Se algo escapar, vou fazer com que seu fim seja bem trágico.”

Clara silenciou na hora com o tom dele, mas por dentro estava borbulhando de emoção.

Meu Deus, esse homem era o Noe Serpa! O cavalheiro que todas as mulheres de Cidade Nova

sonhavam ter em suas camas!

Que sorte!

extras na casa, por isso lhe ofereceu um par de chinelos masculinos. Clara não se incomodou e murmurou um

recordou–se de quando Inês estava lá, cinco anos atrás, e tudo era mantido na mais perfeita ordem. Depois dela ser presa, ele descartou tudo que pudesse lembrar ela, e essa lacuna permanecia até

disse: “Suba. Vá tomar um banho.”

nem pensou em contrariar, estar ali com Noe Serpa já era

se apagaram subitamente, e alguém a pressionou contra a cama, invadindo–a sem qualquer dó

não demonstrando nenhuma compaixão, tratando–a como se não passasse de um objeto

até cogitou que, se não soubesse que era

que qual o motivo de desligar as luzes?

Clara sentia um prazer ilusório, enganando–se ao

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Capitulo 48

Serpa… o príncipe de Cidade

nutrir um desejo proibido, imaginando a possibilidade de ocupar o lugar

terminou, meia hora depois, as luzes foram acesas de novo, e Clara viu Noe Serpa entrar, impecável como se nada tivesse ocorrido, olhando–a com um desdém que

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