Capítulo 108

Noe Serpa e os profissionais de saúde procuraram por ela durante quinze minutos inteiros, até que, finalmente, através das câmeras de segurança, conseguiram rastrear seu paradeiro.

Aquela mulher tinha áté aprendido a se esquivar das câmeras! A astúcia dela naquela hora o fez sentir um medo terrível!

Finalmente, as pessoas viram Inês parada no canto do necrotério, onde Santiago deveria estar. Ela não parava de falar, enquanto lágrimas escorriam pelo seu rosto.

Noe Serpa se aproximou e só então ouviu que ela estava se desculpando.

Pedindo desculpas repetidas vezes.

Ela estava dizendo: “Sinto muito… irmão… Desculpe… você só pode estar brincando comigo, não é? Eu estava apenas indo comemorar seu aniversário…”

“Me desculpe… Eu não trouxe o Amado para casa.”

“Me desculpe, pare de brincar, ok? Irmão, eu lhe peço, levante–se… Eu não posso viver sem você… como você pôde me deixar…”

“Irmão… irmão… irmão… irmão!”

de comemorarmos juntos à noite, mas Inês nunca havia imaginado que um plano de aniversário tão

ouviu o som de seu próprio mundo desmoronando

olhou para cima e viu Noe Serpa se aproximando. Ela o encarou atordoada, com o sangue ainda pingando da orelha e as mãos ensanguentadas. Os profissionais de saúde não aguentaram ver, e

“Descansar?”

repetindo: “Noe Serpa, você quer me

fraco e disse: “Não é isso que você mais quer ver? Hoje é o

“Chega, Inês!”

parecia quebrar com um pouco mais de pressão: “Pare com

essas palavras bonitas para outra

a verdade, Noe Serpa?! Me diz onde te enganei?! Meu irmão veio me buscar, ele

o pecado original!

todos os seus

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Capitulo 108

“Acalmar?”

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