“Você sabe quem é o assassino, não sabe?” – Quando Robson permaneceu em silêncio, segurei sua mão com firmeza, um tanto agitada: “Diga-me quem é.”

Houve um lampejo de pânico nos olhos de Robson, como se ele estivesse tentando escapar, e ele se afastou de mim: “Eu não sei…”

“Você sabe quem é!” – Eu também estava ficando impaciente, ele certamente sabia a identidade do outro homem, por que não podia me dizer?

Robson continuou caminhando adiante, evitando revelar quem era.

Eu o segui, persistindo em fazer perguntas.

Mas não importava quantas vezes eu perguntasse, ele se recusava a falar.

Pensei em chamar a polícia, pensei em contar para Benito e Mafalda, mas agora eu era a Lana… não a Luna.

em nada do que

o assassino, ficou claro que havia algum tipo de negócio ou conexão entre ele e

o assassino antes de compreender tudo, não só estaria me

Frustrada, esfreguei a testa.

coisas estavam se tornando cada

conseguia manter a calma nem pensar

espectadora, tudo bem, mas como “Lana” – estava envolvida com o assassino, se me envolvesse cedo demais, poderia

estava agitada e com a mente em turbilhão, Robson se aproximou, segurou

“Você está chamando pela Luna, não está? Nem sequer está pronunciando meu nome, eu

não podia admitir que era

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