“Embora eu não tenha provas… mas… eu suspeito que o assassino está escondido na casa de Luna, se você acreditar em mim… poderíamos vigiá-lo.” – Eu estava ficando nervosa.

Nem a Mafalda acreditava em mim, Benito com certeza acreditaria ainda menos.

Se eles não acreditassem em mim, o assassino continuaria a matar.

Mais pessoas seriam vítimas.

“Suspeito que os assassinatos tenham algo a ver com as pessoas do orfanato no passado, não apenas com as mulheres usando vestidos vermelhos nas fotos, talvez… isso seja apenas o começo.” – Olhei ansiosamente para Benito, mas, por enquanto, não mencionei o chefe Geraldo.

Eu precisava esclarecer isso primeiro.

olhou para mim com desconfiança: “Você está dizendo que o assassino pode estar morando na casa da

cabeça, olhando

franziu a testa:

– Eu hesitei:

Benito exigiu

em mim, fique de olho nele, ele está fadado a

tem alguém na casa da Luna?” – Mafalda apareceu no escritório, dando-me uma olhada: “Lana, desde o dia em que você me falou sobre isso, eu estive na casa da Luna e estava tudo normal,

com frieza: “Quero saber como você sabe a chave da casa da Luna, como abriu

minha casa com frequência. O que eu ia fazer lá? Eu não moro mais

sabia a verdade, mas ninguém acreditaria em mim se

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