Eu estava com um medo terrível de que ele visse através da minha alma e estava ansiosa para levar Fábio embora.

“Luna…” – ele de repente gritou.

Me chamou de Luna.

Inconscientemente, meus passos vacilaram, inspirei profundamente, mas não olhei para trás.

Benito franziu a testa, observando Adonis chamar-me de Luna, pensando que ele tinha enlouquecido.

“Luna…” – Adonis de repente se agitou, levantou-se e agarrou meu pulso: “Cof, cof… Luna? Você é a Luna, não é?”

Franzi a testa, olhando para ele com desdém, e afastei sua mão com força: “O Senhor Tavares perdeu o juízo?”

Ele ficou parado, sem dizer nada.

Fábio, com um olhar frio e alerta, segurou minha mão e me levou para longe.

Desde que saímos da sala de reuniões, minhas pernas estavam bambas.

estava com muito medo de

que ele descobrisse que eu era a

para o carro.” – Minha voz estava fraca quando olhei

Eu precisava ver Benito.

mesmo sem provas, poderíamos pelo

pedido a Mafalda para informar Benito, mas não sabia se nos últimos dias ele

preocupado, tocando meu rosto com cuidado:

levemente: “Vá para

cabisbaixo

e desviei

vi Adonis emergir,

parou quando

disse nada, apenas olhou para mim e, de repente, levantou a

um momento e

movimentos inconscientes, o olhar,

fechada, apertando minhas mãos:

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